segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Biologia do Amor

Biologia do Amor:
“Crianças adotadas melhoram a cognição e as mal tratadas registam diferenças no desenvolvimento do cérebro.”
Os afetos, ou a falta deles, alteram as funções cerebrais, e as experiencias de vida mexem com a química do corpo humano. No caso dos estudos com oxitocina (hormona) em autistas, realizados nos Estados Unidos, com um simples spray nasal desta hormona leva as crianças com dificuldade de ler sinais sociais a olharem para os outros, estabelecendo ligações normalmente impossíveis. Outro exemplo são as investigações dos níveis de cortisol (a hormona do stresse), que diminuem quando a mãe se aproxima do bebé e deixam marcas em caso de maus-tratos. As más experiências emocionais, sempre presentes nestes casos, deixam marcas que são visíveis em máquinas de ressonância ou tomografia axial. «O trauma altera as estruturas neurológicas do nosso cérebro», diz a psicóloga holandesa Anneke Vinke qua afirma também que as crianças adotadas crescem fisicamente, até a cabeça fica maior e a cognição também melhora 10% a 15%. Numa família equilibrada, ao choro do bebé responde-se com atenção, se pelo contrário, á agitação corresponde um vazio ou uma reação agressiva, o bebé não normaliza os níveis hormonais. «A falta de afeto leva a duas reações para regular as emoções: ou se fecham, num comportamento de tipo autista, ou são hiperativos, reagindo a tudo o que acontece á volta»
«O vinculo mãe-filho é a base para todas as ligações humanas».
Crianças que não andavam, não falavam nem ouviam depois de adotados foram para a escola e aprenderam a andar, a falar e a ouvir com a ajuda de um aparelho.

«Existem pais adotivos que salvam crianças!»

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